Nos últimos dias, às vésperas da abertura da alta temporada de subidas ao cume do Everest ( 8.848 metros de altitude), no Nepal, circularam informações por todo o mundo de que montanhistas estariam sendo envenenados pelos seus guias em conluio com empresas de resgate aéreo para fraudar seguradoras, em um esquema que teria movimentado em torno de US$ 20 milhões (R$ 103.000.000 no câmbio aproximado). A isso se somou uma longa reportagem da publicação especializada Climbing Magazine afirmando que o governo nepalês estaria criando uma taxa para escaladores endinheirados e impacientes mediante a qual teriam prioridade na saída dos acampamentos. Eles poderiam, assim, fugir das longas filas registradas todo ano na reta final do Hillary Step, que geram fotos absurdas de cidadãos encapuzados em plena zona da morte, onde o ar é tão rarefeito que até pensar sacrifica -imagine então o leitor ficar parado só esperando o macacão colorido lá no topo tirar a obrigatória selfie para postar nas redes sociais.
Leia mais (04/08/2026 – 23h00)












